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Fitoterápicos

Fitoterápicos

Os medicamentos fitoterápicos, ou fitomedicamentos são medicamentos obtidos por meio de tecnologias modernas de produção industrial que contêm um ou mais extratos ou derivados padronizados de determinadas espécies vegetais, e que constituem os componentes biologicamente ativos destes. Estes medicamentos podem ser apresentados sob diversas formas farmacêuticas, como comprimidos capsulas, soluções, emulsões e outras.
De acordo com Organização Mundial de Saúde (OMIS) os medicamentos fitoterápicos, ou fitomedicamentos, são definidos da seguinte forma: “São produtos com fins medicinais que contém derivado ativo obtido das partes aéreas ou subterrâneas de vegetais ou outro  material vegetal, ou combinações destes,  em estado bruto ou em forma de derivados vegetais”. Como material vegetal entende-se: sucos, resinas, óleos vegetais e qualquer outro material de natureza semelhante. Os medicamentos fitoterápicos podem conter excipientes, além dos componentes ativos. As associações com substâncias ativas definidas do ponto de vista químico, ou substancias isoladas e quimicamente definidas, mesmo sendo de origem vegetal, não são consideradas medicamentos fitoterápicos.

Para que um derivado vegetal alcance a categoria de fitoterápico ou fitomedicamento deve cumprir uma série de exigências de padronização que incluem as seguintes fases:

  1. a) Autenticação botânica da espécie empregada. Um especialista em botânica, que possa classificar a planta em gênero e espécie.
  2. b) Partes da planta utilizada. As partes podem diferir quanto a composição fitoquimica e propriedades farmacológicas.
  3. c) Fatores ambientais. A qualidade do material vegetal a ser coletado pode ser modificada pelo clima, altitude, fertilidade do solo, emprego de pesticidas e outras variáveis.
  4. d) Condição da colheita. O ciclo de crescimento afeta a composição fitoquimica das plantas.
  5. e) Contaminação por outros materiais. As plantas medicinais que servirão como base para a preparação do fitomedicamento devem ser de excelente qualidade e estar livre de insetos, cogumelos, excreta de animais, pesticidas e metais tóxicos.
  6. f) Boas práticas de fabricação. Devem ser aplicada boas práticas de fabricação que assegurem a qualidade. Os procedimentos de produção devem ser controlados, principalmente em relação as quantidades estabelecidas para as formulações fitoterápicas, especificação de produto final e para estabilidade destes produtos.
  7. g) Padronização dos extratos. É necessário conhecer os componentes ativos da planta medicinal que constituem a base do fitomedicamento, e o extrato deve ser padronizado por meio da quantificação desses componentes.

Farmácia Santo Sal

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